terça-feira, 24 de julho de 2018


Armando procurou Bruno para tentar reverter o clima de rompimento do PSDB



O senador Armando Monteiro Neto (PTB) procurou esfriar a temperatura de sua aliança, ontem, após o PSDB levantar a possibilidade de rompimento com seu grupo político e lançar candidatura própria ao governo do estado. Segundo ele, da sua parte nunca houve vetos ao nome do deputado federal Bruno Araújo (PSDB), que, por meio de carta divulgada no fim de semana passado, desistiu de concorrer ao Senado pela Coligação Pernambuco Pode Mais.
Bruno viajou a São Paulo, ontem, para conversar com o pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, mas foi procurado por Armando e o senador garantiu que o diálogo se mantém aberto.
“Nunca, de minha parte, houve vetos a Bruno por conta disso ou daquilo. O que pode haver hoje ou amanhã são avaliações do que possa representar a estratégia mais adequada. Não houve vetos porque nós todos somos companheiros”, declarou.
Armando Monteiro voltou a dizer que apoiaria a candidatura presidencial de Lula se ele for realmente candidato, mas ressaltou não ter fechado as portas para o palanque de Alckmin, especialmente porque a maior parte dos partidos que lhe dão suporte defendem a pré-candidatura do ex-governador de São Paulo na disputa pelo Planalto.
“Isso é uma contradição? Não. Quando fui convocado, fui convocado porque as forças entenderam que eu poderia representar uma opção que agregasse. Eu posso ter tido, em algum momento, o papel de coordenação, mas não me cabe impor nada. Eu fui escolhido para representar esse grupo, todos eles sabendo da minha trajetória, da minha afinidade com Lula, que fui ministro de Dilma (Rousseff) e contra o impeachment. Se a opção fosse uma chapa pura, o candidato não poderia ser Armando”. 
Informações do Diário de Pernambuco





Odacy Amorim anuncia apoio a Marília Arraes



Depois de ter retirado o seu nome da disputa interna pela indicação do partido para a corrida pelo governo de Pernambuco, o deputado estadual Odacy Amorim (PT) disse, em entrevista ao Blog de Jamildo, que apoia a pré-candidatura da vereadora Marília Arraes (PT) ao Palácio das Princesas. Já trabalhando o seu projeto de concorrer a deputado federal, o parlamentar ressaltou que seu apoio é condicionado à aprovação no PT da tese de candidatura própria ao governo.
“O que o partido decidir, eu vou apoiar. No caso de ter a candidatura ao governo, eu vou apoiar Marília. Eu retirei a candidatura porque acho que só tem duas teses: ou vai ser a candidatura de Marília a governadora, e eu vou apoiar, ou o partido vai dizer que é aliança, e eu vou apoiar”, disse o parlamentar, que fechou o apoio do ex-prefeito de Parnamirim Geová Cabral (PT) e do ex-vereador Geraldo Lustosa (PT), candidato a vice-prefeito de Parnamirim nas eleições de 2016.
Os dois petistas se encontraram nesse final de semana, em uma sítio, no município de Serrita, no Sertão pernambucano, conversaram e pousaram para uma foto. Ao Blog, Amorim disse que respeita o dirigente petista José de Oliveira – que mantém a pré-candidatura ao governo -, mas afirmou que se a candidatura própria se consolidar caminhará ao lado de Marília.
O partido ainda trabalha com a possibilidade de uma aliança nacional com o PSB, o que limaria a postulação de Marília e levaria os petistas a apoiarem a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). A Executiva Nacional, inclusive, adiou mais uma vez as convenções estaduais nos Estados em que há articulações com os socialistas e o PCdoB, o que inclui além de Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Tocantins, Rondônia, Amapá e Amazonas. A data marcada agora é o dia 2 de agosto, no limite para a realização das convenções partidárias, que termina no dia 5 do mesmo mês.

Informações: Blog de Jamildo







segunda-feira, 23 de julho de 2018

Um "MITO" sem Vice!



Dirigentes do PSL, partido de Jair Bolsonaro, têm dito que são muito grandes as chances de a advogada Janaína Paschoal não assumir a vaga de vice do presidenciável. Nas conversas, ela indicou que questões familiares a impedem de ficar com o posto.
O apoio dela a Bolsonaro, porém, é visto como um ativo importante. Integrantes da sigla dizem que Janaína espelha uma direita mais elitizada e que poderia ajudar a modular o discurso do capitão reformado com suas ideias.(Folha Painel)

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Precisamos Falar de 2020 Agora?



       Podemos Afirmar que neste momento o Grupo Boca Preta vivencia um lapso de calmaria que é raríssimo durante o tempo do mandato do Prefeito Edson Vieira. Com o asfaltamento de ruas e avenidas, requalificação de Escolas e a Saúde indo muito bem, as conversas para a sucessão de Edson Vieira poderão esperar mais um pouco. 

     Dois Nomes são bastante repetidos e lembrados nos "corredores" do grupo que são Joselito Pedro Secretário de Educação e Dida de Nam que é atual Vice Prefeito; Ambos tem feito ótimos trabalhos e suas pastas respectivamente, contudo Joselito sai um pouco frente pois é mais "Dinâmico"  e sera com toda certeza "testa de ferro" nas eleições de 2018, já visando dar mais robustez ao seu nome para 2020.

        

        

Novela Taboquinha, Episodio do Momento: "Não precisamos só de 915 votos"



       As Eleições de 2016 deixaram um "gostinho de quero mais" no grupo denominado Taboquinha, apesar da derrota nas urnas por apenas 914 votos o grupo ficou satisfeito e ensaiou uma união mais duradoura.

       Passado a eleição problemas internos e rachaduras expostas dentro do próprio grupo novamente deixam em cheque a força de "união" do grupo que vê seus vereadores se dividirem no apoio da Pré Candidatura de José Augusto Maia que era ate então o NOME de união para 2018, e o nome do Deputado Estadual Diogo Moraes que esta ensaiando uma volta politica ao Grupo ou quem sabe liderar uma nova força chamada de "3ª VIA";

       Mostrando uma fragilidade imensa o Ex-Prefeito José Augusto Maia praticamente esta inercio observando o tempo passar e "pedindo" que alguma coisa aconteça para que ele retire sua candidatura para que não seja jogada a "ultima pá de Terra" em sua longa história politica.

       O que esta ficando explicito é que os "taboquinhas" vão ter que lutar muito para conseguir ao menos repetir os bons números nas urnas e ainda mais para conquistar mais adeptos e simpatizantes de suas idéias para quem sabe assim um dia voltar a Governar Santa Cruz Do Capibaribe.