quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017







Mais Bloqueado do que Nunca! - Edson Vieira sofre mais uma derrota tentando desbloquear bens


O prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB), tentou, mas ainda não conseguiu desbloquear seus bens na justiça. A apelação foi feita a Primeira Câmara Regional De Caruaru. Em decisão publicada nesta terça-feira (07), o juiz Moacir Ribeiro Da Silva Júnior decidiu pela manutenção da medida cautelar determinada pelo juiz da 2ª Vara Cível de Santa Cruz do Capibaribe, Hidelmar Macedo de Morais, em agosto de 2015.
Na decisão de hoje, o magistrado entendeu ainda que os valores dos bens bloqueados devem aumentar e determinou que “novas buscas patrimoniais” sejam feitas para alcançar, entre os bens dos envolvidos, o valor superior a R$ 6 milhões.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Minha Casa Minha Vida: A meta do governo é contratar 610 mil novas moradias ainda neste ano



O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou, nesta segunda-feira (6), que as novas regras anunciadas no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) vão gerar cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos no País. As medidas anunciadas pelo presidente da República, Michel Temer, têm o objetivo de ampliar o acesso dos brasileiros ao programa habitacional e, ao mesmo tempo, gerar novos postos de trabalho. A meta para 2017 é a contratação de 610 mil novas moradias do programa.

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“Os empregos serão gerados gradativamente porque a medida vai potencializar toda a cadeia da construção civil. São empregos diretos e indiretos. A partir do momento em que os contratos comecem a acontecer, os empregos começam a ser gerados”, disse Nogueira.
Além da geração de empregos, disse o ministro, serão investidos R$ 60 bilhões no programa. “São valores significativos que terá um resultado fundamental para a economia do Brasil.”
Para o ministro das Cidades, Bruno Araújo, a reformulação do MCMV possibilita movimentar a economia em um momento de retomada do crescimento do País. “As medidas vêm em um novo momento da atividade econômica, ajuda a estimular o emprego, a geração de divisas e o sonho da casa própria.”
Fonte: Portal Planalto


Aulas da rede municipal de Santa Cruz vão começar na próxima segunda-feira dia 13


O início do ano letivo na rede pública escolar de Santa Cruz do Capibaribe, será na próxima semana, a partir da segunda-feira (13), com abertura no Teatro Municipal, onde haverá palestra para todos os professores. Para os que lecionam pela manhã a palestra acontece às 8 horas, já para quem atua no turno da tarde será às 13:30h.
O segundo momento das atividades será na terça-feira (14), quando serão realizadas reuniões administrativas nas escolas e os gestores repassarão todas as informações necessárias a professores e equipes em geral.

No dia 15 de fevereiro, na quarta-feira, começam as aulas para cerca de 11 mil alunos matriculados em 23 unidades de ensino municipais, sendo 18 escolas de Ensino Fundamental e 5 creches.



Com Informações Blog do Ney Lima

Edson Vieira é eleito presidente do CONIAPE!


 O Prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, é o novo presidente do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras – CONIAPE. A eleição para nova diretoria aconteceu no dia seis de fevereiro de 2017, em Caruaru na sede do Consórcio, a partir das 10h e se estendeu durante todo o dia.


O pleito eleitoral obteve chapa única, resultado do apoio dos prefeitos da região a Edson Vieira que contou com 12 votos que lhe deu a vitória, contando também com o apoio dos ex-presidentes do Consórcio Evilásio Araújo e Ivanildo Mestre Bezerra.
Confira os prefeitos que votaram e apoiaram Edson Vieira para presidente do Consórcio: Ana Célia Cabral Farias – Surubim, Ivanildo Mestre Bezerra – Taquaritinga do Norte, João Tenório – São Joaquim do Monte, Severino Otávio – Bezerros, Hilário Silva – Brejo da Madre de Deus, Alex Robervan – Santa Maria do Cambucá, Romero Leal Ferreira – Vertentes, Edilson Lima – Toritama, Adriana Alves Barbosa – Frei Miguelinho, João Camelo Neto – Casinhas, Mário Mota – Riacho das Almas.
Atualmente 18 municípios fazem parte do CONIAPE, que aderiram aos núcleos de acordo com suas necessidades, como Núcleo de Iluminação Pública, Núcleo de Saúde, Núcleo de Saneamento Básico, por exemplo.
O CONIAPE surgiu com o propósito de solucionar problemas em comum dos municípios de forma consorciada, proposta essa que foi absorvida pelo Ex-presidente Evilásio Araújo, que sempre se preocupou com o coletivo. Tudo indica que o atual presidente, Edson Vieira, tem a mesma sensibilidade e pretende não só ajudar os municípios consorciados, mas fortalecer o Consórcio para que todos cresçam juntos.



O polêmico passado de Alexandre de Moraes, possível novo ministro do STF


Advogado de Cunha, nome ligado ao PCC, acusação de uso de violência em protestos e declarações polêmicas como ministro da Justiça fazem parte do histórico de Alexandre de Moraes

Os rumores de uma possível indicação de Alexandre de Moraes pelo presidente Michel Temer para suceder o ministro Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF) foram suficientes para que parlamentares, lideranças políticas e especialistas da área jurídica relembrassem as polêmicas protagonizadas pelo atual ministro da Justiça, que advogou para Eduardo Cunha, teve uma contraditória passagem pela Secretaria de Segurança Pública do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), teve seu nome ligado ao PCC e cometeu algumas gafes já no Palácio do Planalto.
Uma das lembranças mais vivas e recentes sobre Moraes diz respeito à sua defesa do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no fim de 2014, dias antes de assumir a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo no governo de Geraldo Alckmin. Alexandre de Moraes representou Cunha e conseguiu a absolvição do então deputado em uma ação sobre uso de documento falso.
Nesta segunda-feira (6), assim que surgiram rumores sobre a indicação de Moraes, senadores da oposição e até mesmo os que foram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, como é o caso do senador Cristovam Buarque (DF), criticaram a escolha de Temer. Buarque afirmou que há "pessoas boas" para o cargo e que não se poderia escolher "qualquer um", em referência a Moraes. "Vamos ter que reagir", bradou o parlamentar, lembrando que o Senado precisa avalizar a escolha de Temer. Já a senadora petista Gleisi Hoffmann (PR) garantiu que a decisão do governo "não surpreende" e que a indicação do ministro da Justiça "é a cara deste governo".
Moraes, aliás, chegou a ser considerado uma "carta fora do baralho" já por atos como ministro de Temer. No início de janeiro, durante a crise das penitenciárias, o ministro da Justiça foi publicamente desmentido pela governadora de Roraima, Suely Campos. Depois de afirmar que o estado não havia solicitado apoio para a crise do "sistema carcerário", mas apenas para a "segurança pública", como ele mesmo frisou, a governadora de Roraima apresentou documentos oficiais enviados ao governo federal de novembro do ano passado em que solicitava ajuda para a crise nas penitenciárias do estado.
Também como ministro de Temer, Alexandre de Moraes cometeu uma gafe pública e deixou entrever que o Planalto não está tão alheio aos bastidores da Operação Lava Jato, como tenta fazer crer. Em setembro do ano passado, Moraes, já Ministro de Estado, participava, em Ribeirão Preto (SP), de uma campanha de um candidato do PSDB, partido ao qual ele é filiado, quando foi questionado por eleitores tucanos sobre a Lava Jato. Sem atentar para o protocolo do cargo que exerce, anunciou que viriam mais ações da Polícia Federal: "Teve a semana passada e esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim”, disse, aos risos. O vídeo chegou à internet, provocando grande mal-estar para Temer, que resistiu aos pedidos de exoneração.
Em 2015, quando assumiu o posto no governo Temer, uma reportagem do Estado de S.Paulo afirmou que Alexandre de Moraes constava no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em pelo menos 123 processos da área civil da Transcooper, uma das cinco empresas e associações que está no alvo de investigação sobre lavagem de dinheiro e corrupção pela organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Moraes afirmou, em seguida, que “renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia”.
Em sua passagem pelo governo de São Paulo, sob a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB), Moraes foi bastante criticado e acusado de usar a força policial com excessos diante de protestos e atos políticos, como, por exemplo, durante as ocupações de escolas estaduais pelos estudantes e nas manifestações do Movimento Passe Livre (MPL). Em 2015, a Polícia Militar, sob o comando de Alexandre de Moraes, foi responsável pela morte de uma em cada quatro pessoas no estado paulista.
Se Temer confirmar Moraes para o STF, anúncio que deve ser feito entre esta segunda-feira (6) e terça-feira (7), a oposição promete dificultar no Senado o processo de aprovação do ministro da Justiça, já que ele precisa passar por uma sabatina no Congresso Nacional antes de ocupar a vaga de Teori Zavascki, relator da Lava Jato morto em acidente aéreo no dia 19 de janeiro.